quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

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fonte descascada e seca
atravessa
travessia
pondera
cruza
pula
se mata.

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quero e desquero fazer como...
vermelho.
tento e destento não pensar...
vermelho
esmaeço o pensamento em branco
e não consigo um jardim de rosas
margaridas amarelas vejo ao longe
antes de um buraco largo cheio de musgo
escorregadio
penso e despenso...
vermelho.
ouso e desouso intentar
dobro-me de acordo com o compasso do passo
ritmo variado das linhas dos longos caules
verdes.
margaridas via ao longe.
estão mortas.
todas
corre!
vejo sangue.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

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indefinido
é tudo tão impreciso
incerto
nebuloso
é como farinha entre os dedos
areia que venta
volta.
onda.
pegada se desfaz
mar.
tão, mas tão impreciso.
tudo podia ser mais fácil.
tátil.
o destino podia ser mais hábil!
intuição falida.
cinza.
cinza.
linha reta.
curva.
onde está a chegada?

A ORDINÁRIA em 2011


Deixa o sangue escorrer! - Grupo Teatro Empório -

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ensaio Aberto


A gente botou fé. E rolou.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Só isso.

Estrada


Voltas e mais voltas reta contínua duas faixas mão dupla seta seta pisca alerta corre freia conversa.
Curva corpo entorta desce sobe avança brusca freia alavanca primeira segunta terceira chega volta mesma coisa tudo igual volta é isso a vida?